1. Olhar apenas a mensalidade
O menor preço pode vir acompanhado de rede mais limitada, acomodação em enfermaria ou coparticipação. Compare o custo provável e o que será entregue.
2. Confiar só no nome da operadora
Uma operadora pode ter diversos produtos com redes diferentes. O hospital desejado precisa constar no plano exato que está sendo oferecido.
3. Não simular a coparticipação
Para quem realiza consultas, exames ou terapias com frequência, os valores adicionais podem mudar totalmente a conta do mês.
4. Ignorar carências, vigência e elegibilidade
- Confundir redução com isenção total de carência
- Cancelar o plano atual antes da aprovação do novo
- Presumir que o CNPJ garante acesso a qualquer produto
- Não conferir quando a nova cobertura começa
5, 6 e 7. Não ler, não documentar e não perguntar
Não ler a proposta, deixar de guardar materiais e aceitar explicações vagas são erros evitáveis. Peça por escrito a rede, os valores, as regras de uso e as condições válidas para o seu perfil.
Perguntas sobre o tema
O plano mais barato é sempre uma escolha ruim?+
Não. Ele pode ser adequado se a rede, as regras e a modalidade atenderem à sua necessidade. O erro é decidir pelo preço sem conferir esses pontos.
Posso cancelar meu plano atual ao pedir uma nova proposta?+
Não é prudente. Espere a aprovação formal, confira vigência e condições do novo contrato antes de cancelar o anterior.
Como comparar duas propostas?+
Coloque lado a lado mensalidade, coparticipação, rede, acomodação, abrangência, carências, vigência e critérios de reajuste.

